"Sempre era domingo,
e as noites sempre tinham o luar dos teus olhos,
eu era vento quente,
me perdoe por amanhecer.
Sempre no tom certo,
na vibração ideal,
sempre passado o presente futuro.
e eu mudei a canção.
não há mais palavras,
a culpa fala no silêncio,
e cega com a tanta luz,
me perdoe por amanhecer..."
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