Sendo honesto, eu
comecei a escrever:
[...Nunca teve “eu te amo”
Nunca teve “minha saudade também dói...”
Eu não sei se você já teve vontade de ligar no meio da noite,
Quem ouve seus segredos mais cruéis, e seus medos mais infantis?
Quem além de mim ouve seu coração, ou sabe dos seus
silêncios?
Que dança no compasso do seu coração?
Que sabe de você, dos seus sonhos, seus medos, seus
abandonos?
Quem quer saber das suas dúvidas?
Que te ouve, te espera?
Eu sempre estou disposto a você
Mas pouco ouvi de você...
Que você ama?]
Sendo feliz: teve “eu
te amo”.
Eu ouvi.
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