quinta-feira, 5 de maio de 2011
"Vamos fazer um filme..."
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Fora de tempo...
[vi]zinhança!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quero silêncio em mim...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
com versos, com poesia...
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Dança de ritual...
Quando ela dançava,
Evocava deuses que eram só seus...
Distribuia bebidas,
E fazia da festa um ritual...
Ela sabia como ser divina no profano,
Sabia do profano o que se deve saber,
Como se deve saber...
Ela sabia servir,
Ela ser, e vir...
sábado, 23 de abril de 2011
...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Fim do dia, começo de vida...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Presentes do passado ou passados do presente...
sábado, 16 de abril de 2011
grande[mente] PEQUENO!!!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
[cho]vendo coisas...
domingo, 10 de abril de 2011
Crú e [dez]necessário...
terça-feira, 5 de abril de 2011
ser noites e dias...
mas quando viu que a noite não era mais, apenas aceitou viver...
quinta-feira, 17 de março de 2011
Como se amasse...
quarta-feira, 16 de março de 2011
Or[ação]
quinta-feira, 10 de março de 2011
[dia]rio...
sábado, 5 de março de 2011
Ganho!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Pobre sambinha de verso apertado...
terça-feira, 1 de março de 2011
Laura...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Gosto
Gosto do teu cheiro no meu travesseiro,
Do teu sono na minha cama,
Gosto das tuas mãos no meu corpo
E dos teu sonhos no meu futuro.
Gosto de você em mim
E gosto também de estar em você
De sair acabado de você, em você.
Gosto dos teus olhos gratos em fim de ato.
Gosto e como gosto dessa respiração ofegante,
Desse cheiro que você exala pra me atrair,
Para me fazer fácil.
Gosto de sentir teus dedos cuidando de um espaço que é só teu.
Gosto de ver os teus beijos correndo meu corpo,
De sentir o umidecer da vontade...
Gosto tanto de ti que não meço
Que não arrisco a pedir nada,
Gosto tanto que apenas espero o teu gostar encontrar o meu...
Começo do tempo...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
"que seja letra que me faz voar..."
Sóbrio...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Mais perto do inteiro!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Pobre homem que amava...
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sonhando sonhar o sonho...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Mudanças
LUTO
sábado, 27 de novembro de 2010
aprendi a voar, e não esqueci que o chão é amigo...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
...coxia
cortejo sonhador...
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
...segredos de querer
terça-feira, 2 de novembro de 2010
desafios da noite...
DECLARAÇÃO PROFANA!
"Respeito muito minhas lágrimasInscrevo, assim, minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da man...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas..."
chegado...
domingo, 31 de outubro de 2010
Por Ontem...
sábado, 30 de outubro de 2010
Busca pés...
... sábado
sábado, 23 de outubro de 2010
vontades
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Um ensaio sobre a cegueira, do perdão...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Inspiração
mas sei que é engraçado e agoniante saber do que falar e ver a criatividade calar.
eu ando em crise de verboragia, logo eu!
eu que sempre fui bom em enrolar, divagar, estragar de tanto falar...
logo eu que sempre tinha algo a dizer mesmo quando silêncio bastava.
irônia?! até podia, mas prefiro definir como agônia essas palavras que insistem em calar.
eu queia falar de Liana que é chá, de Larissa que é café,
queria perguntar onde está Andréa...
e contar dos voos que o menino passarinho anda dando...
eu queria pedir das pernas que me perdem, e queria contar das penas de Roque.
eu queria chorar em versos com Bethânia...
mas cadê?
cadê!
cada essa tal inspiração verborragica que embriaga a alma e solta os verbos?
cadê os sonhos que só as palavras podem sonhar?
cadê a eloquência que afogava o siliêncio em frases nem sempre bem ditas, em frases bem vividas...
cadê as poesias que faziam de mim um bobo em fim de festa?
cadê essa tal inspiração que sumiu e deu vazão a esse mar de vontade...
(-Ah que vontade de gritar palavras minhas, que o silêncio ainda não conhece...)
cadê minhas palavras que me traiam, e que tanto atraiam?
cadê?
domingo, 26 de setembro de 2010
Pra não dizer que não falei das flores...
A Lola finalmente foi pra Alemanhã, finalmente por que a primeira vez que ouvi falar dela, foi quando em contaram que ela estava indo, mas vou confessar aqui por bem sei que ela nunca lê meu blog, JÁ TÔ COM SAUDADE, e isso que me beneficie com alguns livros e a vaca macho dela pelo tempó em que ela estiver na alemanhã, quer dizer, a vaca macho não vou mais devolver... Hehehehe
Pronto chega! Ou vou começar a falar dos meus sentimentos, e não gosto muito dessas frescuras... Digo humanidades... Ah, só mais uma coisinha, minha mãe disse que cheguei aos extremos do anti-social... Será?! (Mãe sempre sabe tudo, né!)
sábado, 28 de agosto de 2010
Eu admito, gosto de homens!
Gosto daqueles tipo Chico, Caetano tipo Tarantino, homens como Érico, Vinicius, Fernando, aqueles que envelhecem com sabedoria e sabor agradável ao paladar de qualquer um. Gosto daqueles olhos que petram cuidadosamente sem pedir licença, gosto de vozes macias com força de trovão, de vozes doces como morangos pela manhã. Gosto de gestos confusos, de atitudes certas. Gosto de rugas historiadoras, daquelas que contam fabulas em sorrisos safados de meninos que o tempo esqueceu. Gosto de homens que não forçam, homens que nos fazem desejo, que nos dão o melhor presente: a imaginação.
Gosto de homens de cabelos brancos bem vividos, brancos bem tingidos de experiência que só a dúvida pode dar. Gosto desses homens de versos, em verso. Gosto de homens de poesia solta, homens de tarde sem tédio, de madrugadas quentes cheirando a doce. Gosto de homens que se permitem; homens que são tão homens em não se preocupar ser.
É, gosto realmente de homens.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
cuidado!
era gentil sua forma de me arrancar do conforto das manhãs; era sutil sua forma de me ascender, de me fazer descer aos meus desejos reprimidos pelo sono remanescente.
-o que é isso? alergia?
sonolento eu reponderia qualquer coisa:
-sim, deve ser...
-mas ao que?
melhor calá-lo com um beijos, melhor tê-lo divagando em mim novamente...
e quando eu perceber que não é alergia, também percebo ele acordado me fazendo dormir.
percebo seu cuidado exacerbado, seu amor velando o sono que não passa, monitorando a temperatura, percebo também seu zelo e preocupação, e preciso sair pra dar espaço ao tamanho do seu coração...
-cuidado! não sei se seria bom estarmos tão juntos, você ainda pode se contagir. eu insisto.
ele me cala com um beijo, me abraça e tudo vai ficar bem..."
sábado, 14 de agosto de 2010
Vestido de frio...
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
eu pequeno...
Às vezes...
E às vezes eu queria só apagar...
Às vezes eu queria dividir,
Sonhar verbos e acordes de cores que não sei criar.
Às vezes eu queria precisar, ter a noção exata do tamanho,
Ter a roupa certa, pra depois tirar.
Queria às vezes me atirar, mas sem ferir.
Às vezes queria chorar, doer de tanto rir e depois?
Depois não sei, estou falando em passado.
Estou falando de "às vezes..."
Mas também estou falando em estado de espírito,
De nascer do vento, de crescer com a lua e queimar com o sol.
Estou falando em santidade, em meias verdades,
Falando das virgens que me disseram não poder terem filhos.
Eu falo em estrada,
Em partida.
Falo de mudança.
Eu falo em dançar.
Eu falo em ficar e ouvir.
Eu me permitir...